
A árvore que todos os anos emoldurava o Natal da cidade era minha, tanto quanto a alegria por poder admirar naquele lado escuro uma pirâmide de luzes que a todos embevecia e impregnava, cada um dos que a viam, do espírito natalino.
Minha árvore ganhou o reconhecimento mundial por sua altura, graças a competência de engenharia que desafiando o equílibrio e a força dos ventos mostrava em cada dia de festejos natalinos a sua imponência.
Meus amigos e parentes que vinham passar o Natal comigo viam com clareza o orgulho que eu sentia, por ser minha e da minha cidade aquela árvore. E se transformavam em meus cúmplices.
Tanto quanto abrir presentes do Natal a minha árvore enchia-nos de expectativas e ansiedade pela noite de inauguração. Afinal, era um grande presente que recebíamos com a antecedência necessária para que os sentimentos provocados pelo Natal invadisse nossas mentes e nossos corações.
Era somente uma árvore. Um conjunto de lâmpadas amarradas por fios. Apenas uma estratégia de marketing da Energisa.
Mentira!
Era minha árvore. Eram os meus olhos que ela enchia. Era com meus amigos e com meus familiares que eu dividia a sua onipotência, a sua força de apagar o escuro.
Certo que não lembro de nunca ter pago um centavo por ela. Mas mesmo assim era minha. Afinal quem mais usufria da árvore? Da sua simbologia? Dos seus significados?
Minha árvore ganhou o reconhecimento mundial por sua altura, graças a competência de engenharia que desafiando o equílibrio e a força dos ventos mostrava em cada dia de festejos natalinos a sua imponência.
Meus amigos e parentes que vinham passar o Natal comigo viam com clareza o orgulho que eu sentia, por ser minha e da minha cidade aquela árvore. E se transformavam em meus cúmplices.
Tanto quanto abrir presentes do Natal a minha árvore enchia-nos de expectativas e ansiedade pela noite de inauguração. Afinal, era um grande presente que recebíamos com a antecedência necessária para que os sentimentos provocados pelo Natal invadisse nossas mentes e nossos corações.
Era somente uma árvore. Um conjunto de lâmpadas amarradas por fios. Apenas uma estratégia de marketing da Energisa.
Mentira!
Era minha árvore. Eram os meus olhos que ela enchia. Era com meus amigos e com meus familiares que eu dividia a sua onipotência, a sua força de apagar o escuro.
Certo que não lembro de nunca ter pago um centavo por ela. Mas mesmo assim era minha. Afinal quem mais usufria da árvore? Da sua simbologia? Dos seus significados?
Prof. Rosivaldo Andrade do Nascimento
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